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FNA divulga vencedores do Prêmio ArqPop 2025

Após 10 dias de votação, a Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) divulga, nesta sexta-feira (07/11), os vencedores do 3º Prêmio ArqPop. Realizado por meio de curtidas no instagram da federação, as iniciativas Coletivo Memórias que Habitamos (1.250 curtidas), Arquitetura na Primeira Infância (1.006 curtidas) e Programa Moradia Digna Mulher (349 curtidas) obtiveram o maior engajamento e são as vencedoras do primeiro, segundo e terceiro lugar respectivamente.

Os premiados receberão a honraria durante a noite de premiações do 49º Encontro Nacional dos Sindicatos de Arquitetos e Urbanistas (ENSA), que ocorrerá entre os dias 4, 5, 6 e 7 de dezembro, em Porto Alegre (RS).

Desenvolvido pela FNA, o projeto ArqPop é uma revista eletrônica que tem por objetivo divulgar trabalhos promovidos por arquitetos e urbanistas que, de maneira solo ou coletiva, desenvolvam ações voltadas ao atendimento das mais variadas necessidades da sociedade. “A captação desses novos projetos para o ArqPop se deu por meio de um trabalho coletivo de representantes das regiões do país. Além disso, o projeto é muito importante para mostrar que existem profissionais focados em melhorar o território para a população e que a união com a comunidade é a garantia de que os projetos entregues serão, de fato, bem aproveitados e cumprirão seu papel social nas comunidades”, reforça a presidente da FNA, Andréa dos Santos.

Conheça os projetos vencedores

1º lugar: Coletivo Memórias que Habitamos

Coletivo Memórias que Habitamos promove projetos de restauração arquitetônica e leva educação patrimonial à população de Lages

Objetivo: promover projetos educativos, visitas guiadas e oficinas que fomentem a educação arquitetônica para alunos e alunas do ensino fundamental e médio. Tornou-se uma forma de manter viva as memórias arquitetônicas e o valor do patrimônio cultural da 4ª cidade mais antiga do estado.

Quem faz: Coletivo Memórias que Habitamos

Onde: Lages (SC)

2º lugar: Arquitetura na Primeira Infância

Arquitetura na 1ª infância: mão no barro e arquitetura na educação de crianças

Objetivo: o foco é ensinar de forma ativa. Uma criança aprende com as próprias mãos todo um processo construtivo, e o aprendizado, a possibilidade de autonomia (supervisionada, mas sem ordem) para as crianças, aparecem dessa metodologia que coloca a terra, e tantos outros materiais não usuais (do vernáculo esquecido ao reciclável) nas mãos das crianças. Em pouco tempo estão construindo “só” (em conjunto umas às outras).

Quem faz: arquitetos, ambientalistas, professores de educação infantil e seus alunos e alunas de 5 a 10 anos, além de adolescentes e adultos, participantes do Ideias Urbanas e voluntários.

Onde: Goiânia (GO)

3º lugar: Programa Moradia Digna Mulher

Programa Moradia Digna Mulher garante acesso à melhoria habitacional a vítimas de violência doméstica

Objetivo: o programa busca garantir o acesso a demais direitos e atender às fragilidades identificadas no núcleo familiar, promovendo o desenvolvimento pleno das potencialidades dessas mulheres, assegurando uma vida digna, com autonomia e proteção a todas elas.

Quem faz: Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária – Prefeitura de Pelotas RS

Onde: Pelotas (RS)

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